Luna Colazante

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Todos Esses Jovens Fotógrafos que se Movimentam Dedicando-se à Captura da Atualidade, Não Sabem que São Agentes da Morte
Editor
Trata de todas essas abordagens que se ligam a morte, seja a morte física, a ruína do material que entra em condição de obsolescência, seja a morte dos processos analógicos nesse limiar, a morte da profissão de fotógrafo ou da função de ter um operador manipulando a câmera, a morte do acontecimento, quando é congelado e imobilizado no tempo pelo clique. O processo fotográfico se molda pela morte que se inscreve na imagem produzida e se materializa na revelação analógica. A foto, portanto, se corporifica e está sujeita ao desgaste físico do tempo através do aparato técnico envolvido. A imagem digital eleva essa relação quando torna o filme e a emulsão obsoletos. Os processos técnicos não desmontam a natureza simbólica da produção dessas imagens e olhar para sua morte não estabelece um fim, apenas aponta as reminiscências estéticas que liga a produção de imagens analógicas e digitais por um fio mais essencial que a técnica por si só.
Todos Esses Jovens Fotógrafos que se Movimentam Dedicando-se à Captura da Atualidade, Não Sabem que São Agentes da Morte
Director
Trata de todas essas abordagens que se ligam a morte, seja a morte física, a ruína do material que entra em condição de obsolescência, seja a morte dos processos analógicos nesse limiar, a morte da profissão de fotógrafo ou da função de ter um operador manipulando a câmera, a morte do acontecimento, quando é congelado e imobilizado no tempo pelo clique. O processo fotográfico se molda pela morte que se inscreve na imagem produzida e se materializa na revelação analógica. A foto, portanto, se corporifica e está sujeita ao desgaste físico do tempo através do aparato técnico envolvido. A imagem digital eleva essa relação quando torna o filme e a emulsão obsoletos. Os processos técnicos não desmontam a natureza simbólica da produção dessas imagens e olhar para sua morte não estabelece um fim, apenas aponta as reminiscências estéticas que liga a produção de imagens analógicas e digitais por um fio mais essencial que a técnica por si só.
Todos Esses Jovens Fotógrafos que se Movimentam Dedicando-se à Captura da Atualidade, Não Sabem que São Agentes da Morte
como ela mesma
Trata de todas essas abordagens que se ligam a morte, seja a morte física, a ruína do material que entra em condição de obsolescência, seja a morte dos processos analógicos nesse limiar, a morte da profissão de fotógrafo ou da função de ter um operador manipulando a câmera, a morte do acontecimento, quando é congelado e imobilizado no tempo pelo clique. O processo fotográfico se molda pela morte que se inscreve na imagem produzida e se materializa na revelação analógica. A foto, portanto, se corporifica e está sujeita ao desgaste físico do tempo através do aparato técnico envolvido. A imagem digital eleva essa relação quando torna o filme e a emulsão obsoletos. Os processos técnicos não desmontam a natureza simbólica da produção dessas imagens e olhar para sua morte não estabelece um fim, apenas aponta as reminiscências estéticas que liga a produção de imagens analógicas e digitais por um fio mais essencial que a técnica por si só.
A aranha tem uma mosca dentro da cabeça
Assistant Camera
Duo de improvisação livre com Kino Lopes e Bruno Cunha.